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	<title>Labor Trabalho Temporário</title>
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		<title>Em busca da entrevista perfeita: veja 10 passos para arrasar nesse momento</title>
		<link>http://www.labor.com.br/noticias/em-busca-da-entrevista-perfeita-veja-10-passos-para-arrasar-nesse-momento/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 11:27:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A entrevista de emprego é um momento único. Ali, o candidato tem em suas mãos a chance de causar uma boa primeira impressão. Preparar-se para este evento, portanto, é uma obrigação para quem realmente quer conquistar o emprego. Confira 10 estratégias para se sair bem na entrevista: 1. Pratique a comunicação não verbal &#8211; enganam-se aqueles que acreditam que só importa aquilo que você fala e como fala. Isso porque você está sendo avaliando até quando não diz nada. Para se sair bem em uma entrevista, o candidato deve praticar sua comunicação não verbal, ou seja, deve demonstrar uma postura que transmita confiança. As dicas são manter uma postura firme, fazer contato com os olhos e iniciar a entrevista com um bom e firme aperto de mãos. Essa primeira impressão – a não verbal – pode ser o início de uma boa entrevista. 2. Pense na roupa &#8211; na mesma linha do item anterior, aquilo que você não diz, mas mostra, diz muito sobre você e pode influenciar no processo de seleção. Escolher a roupa da entrevista é um assunto antigo e que gera muitas dúvidas. A dica é tomar muito cuidado com o informal. Embora algumas empresas não exijam terno e gravata dos seus funcionários, é bom tomar cuidado para não exagerar no casual. O que deve guiar a escolha da roupa é a própria empresa. Assim, faça uma pesquisa sobre a organização. Ao descobrir a cultura da empresa, você terá mais facilidade para escolher o que vestir. 3. Ouça - durante toda a entrevista, o entrevistador dará a você diversas dicas e informações, direta ou indiretamente. É importante que o candidato saiba escutar, caso contrário, poderá perder importantes oportunidades. Ter habilidade para se comunicar não se refere apenas ao que você fala e como você fala. Mas, sim, se você sabe escutar o que os outros estão falando, e consegue captar as informações que estão sendo passadas. 4. Não fale demais &#8211; o erro fatal da entrevista: falar demais. Lembre-se de que a entrevista tem um horário para começar e terminar e, se você fala demais sobre temas desnecessários ou mesmo se estende demais sobre algum tema que considere importante, você está perdendo sua chance, desperdiçando o tempo que possui com o entrevistador. Na ânsia por conquistar o emprego, muitos candidatos falam demais, desnecessariamente, se estendendo sobre o quão são perfeitos para o emprego. Porém, o ideal é saber aproveitar mais esse tempo. A dica é ser o mais objetivo possível. 5. Fuja dos assuntos familiares - entrevista de emprego é uma reunião profissional para falar de negócios. Isso mesmo: negócios e não família. Portanto, não confunda uma entrevista de emprego com uma sessão de terapia. Além disso, você não está lá para se tornar o melhor amigo do entrevistador. Para saber até que ponto você tem de se aproximar do entrevistador, veja primeiro como ele se comporta. Vá até onde ele der espaço e abertura. 6. Gírias &#8211; Você possivelmente será muito mal avaliado, se não prestar...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A entrevista de emprego é um momento único. Ali, o candidato tem em suas mãos a chance de causar uma boa primeira impressão. Preparar-se para este evento, portanto, é uma obrigação para quem realmente quer conquistar o emprego.</p>
<p>Confira 10 estratégias para se sair bem na entrevista:</p>
<p><strong>1. Pratique a comunicação não verbal</strong> &#8211; enganam-se aqueles que acreditam que só importa aquilo que você fala e como fala. Isso porque você está sendo avaliando até quando não diz nada. Para se sair bem em uma entrevista, o candidato deve praticar sua comunicação não verbal, ou seja, deve demonstrar uma postura que transmita confiança. As dicas são manter uma postura firme, fazer contato com os olhos e iniciar a entrevista com um bom e firme aperto de mãos. Essa primeira impressão – a não verbal – pode ser o início de uma boa entrevista.</p>
<p><strong>2. Pense na roupa</strong> &#8211; na mesma linha do item anterior, aquilo que você não diz, mas mostra, diz muito sobre você e pode influenciar no processo de seleção. Escolher a roupa da entrevista é um assunto antigo e que gera muitas dúvidas. A dica é tomar muito cuidado com o informal. Embora algumas empresas não exijam terno e gravata dos seus funcionários, é bom tomar cuidado para não exagerar no casual. O que deve guiar a escolha da roupa é a própria empresa. Assim, faça uma pesquisa sobre a organização. Ao descobrir a cultura da empresa, você terá mais facilidade para escolher o que vestir.</p>
<p><strong>3. Ouça </strong>- durante toda a entrevista, o entrevistador dará a você diversas dicas e informações, direta ou indiretamente. É importante que o candidato saiba escutar, caso contrário, poderá perder importantes oportunidades. Ter habilidade para se comunicar não se refere apenas ao que você fala e como você fala. Mas, sim, se você sabe escutar o que os outros estão falando, e consegue captar as informações que estão sendo passadas.</p>
<p><strong>4. Não fale demais</strong> &#8211; o erro fatal da entrevista: falar demais. Lembre-se de que a entrevista tem um horário para começar e terminar e, se você fala demais sobre temas desnecessários ou mesmo se estende demais sobre algum tema que considere importante, você está perdendo sua chance, desperdiçando o tempo que possui com o entrevistador.</p>
<p>Na ânsia por conquistar o emprego, muitos candidatos falam demais, desnecessariamente, se estendendo sobre o quão são perfeitos para o emprego. Porém, o ideal é saber aproveitar mais esse tempo. A dica é ser o mais objetivo possível.</p>
<p><strong>5. Fuja dos assuntos familiares </strong>- entrevista de emprego é uma reunião profissional para falar de negócios. Isso mesmo: negócios e não família. Portanto, não confunda uma entrevista de emprego com uma sessão de terapia. Além disso, você não está lá para se tornar o melhor amigo do entrevistador.</p>
<p>Para saber até que ponto você tem de se aproximar do entrevistador, veja primeiro como ele se comporta. Vá até onde ele der espaço e abertura.</p>
<p><strong>6. Gírias</strong> &#8211; Você possivelmente será muito mal avaliado, se não prestar atenção às gírias. Uma coisa é como você fala com amigos e pessoas próximos, outra, bem diferente, é como você fala com um recrutador. Observe, portanto, como você fala. Evite ainda fazer referências preconceituosas sobre raça, cor, religião, sexo, política, orientação sexual e demais temas polêmicos.</p>
<p><strong>7. Não seja convencido </strong>- as suas atitudes são extremamente importantes na entrevista de emprego. É preciso mostrar um bom equilíbrio entre confiança, profissionalismo e modéstia. Quando você estiver falando sobre suas competências, é bom tomar cuidado para não mostrar confiança exagerada.</p>
<p><strong>8. Cuidado com as respostas</strong> &#8211; quando os recrutadores fazem uma pergunta sobre uma situação passada, eles querem uma amostra do seu comportamento. É importante responder usando um exemplo específico. Caso não faça isso, o entrevistado está perdendo uma boa oportunidade para falar sobre suas habilidades.</p>
<p><strong>9.  Faça perguntas</strong> &#8211; quando os recrutadores perguntam para os entrevistados se têm alguma pergunta, a maioria responde erroneamente que não. Fazer perguntas mostra que o candidato tem interesse no negócio da empresa. Além disso, só fazendo perguntas você consegue avaliar se tal empresa realmente é o lugar certo para você.</p>
<p>As melhores perguntas surgem após prestar bastante atenção ao que foi dito durante a entrevista. São perguntas que devem complementar o que foi abordado na entrevista.</p>
<p><strong>10. Não mostre desespero </strong>- por fim, a sugestão que fecha a lista de dicas é evitar ao máximo parecer desesperado. Dificilmente você será contratado porque realmente precisa do emprego. O que os recrutadores querem é alguém que se encaixe na posição e não que esteja desesperado por um emprego.</p>
<p>Coloque na sua cabeça que você conseguirá a oportunidade e faça de tudo para que o entrevistador acredite que você é a pessoa ideal.</p>
<p><strong>Fonte: </strong>Administradores.com<em></em></p>
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		<title>Conheça 8 competências para se tornar um vendedor profissional.</title>
		<link>http://www.labor.com.br/noticias/conheca-8-competencias-para-se-tornar-um-vendedor-profissional/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 11:39:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Trabalhar com vendas, assim como em qualquer outra profissão, exige conhecimento específico e habilidades relacionadas diretamente ao dia a dia. O vendedor profissional precisar ser flexível e, atento aos perfis dos públicos atendido, adotar uma postura diferenciada para cada negociação. Isso porque cada venda tem uma característica única, fazendo com que não exista uma metodologia exclusiva para alcançar o sucesso. Cada comprador tem uma personalidade e é preciso identificar seus motivadores de compra para acertar na abordagem e oferecer algo que realmente faça a diferença. O vendedor profissional entende o cliente, investiga necessidades e oportunidades, fala na sua linguagem e se coloca na sua posição para definir qual é a melhor opção para apresentar sua proposta de valor. Mesmo não existindo caminhos prontos, podemos dizer que oito competências são imprescindíveis para a carreira de um vendedor profissional. São elas: Disciplina – Reserve momentos no mês e na semana para se planejar. Tente fazer pelo menos duas paradas no decorrer do dia para avaliar se está investindo a sua energia em um trabalho que gerará retorno. Mesmo após inúmeros nãos, é preciso manter o foco nas ações diárias e no que realmente é importante para alcançar a meta. A maioria dos vendedores não planeja fracassar, mas falha pela falta de planejamento e organização. Comunicação – O vendedor profissional é articulado e sabe se expressar de forma clara e objetiva, o que não significa falar muito. Seja preciso na comunicação. Evite os jargões, pois o senso comum não nos dá os elementos necessários para a inovação. Tenha um repertório, pesquise a concorrência, conheça as características e benefícios do produto/serviço e busque informações o tempo todo. Criatividade &#8211; Busque alternativas para chegar até o cliente, use argumentos que o envolvam. Faça com que ele se imagine desfrutando dos benefícios dos produtos e serviços. Crie novas oportunidades e proponha soluções inovadoras. Capacidade investigativa – Fazer perguntas e saber ouvir para entender as necessidades do cliente é essencial para uma venda de sucesso. Não adianta forçá-lo a fazer uma compra pensando apenas na sua comissão. O bom vendedor entende e identifica as dificuldades e necessidades do cliente, mapeando-as, para depois apresentar uma solução realmente eficaz. Clientes satisfeitos voltam e fazem indicações positivas, enquanto aqueles que se sentem enganados só trazem contribuições negativas e, normalmente, compram uma única vez. Adaptabilidade - Aptidão inerente à carreira de vendedores profissionais. É preciso aprender a lidar com diferentes perfis de clientes, influenciando todas as pessoas envolvidas no processo de compra. Para isso, administre suas emoções, frustrações e saiba se adequar ao que for necessário para alcançar suas metas. Empatia &#8211; Criar identificação e inspirar confiança fazem toda a diferença na relação comercial. Cuide da aparência e vista-se de acordo com o perfil da venda e do cliente. Isso pode ser fundamental para transmitir uma boa impressão. Normalmente, as pessoas preferem se relacionar e confiam em quem se parece com elas. Procure entender e falar sobre o que é importante para o cliente, seja ele um problema a ser resolvido...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhar com vendas, assim como em qualquer outra profissão, exige conhecimento específico e habilidades relacionadas diretamente ao dia a dia.</p>
<p>O vendedor profissional precisar ser flexível e, atento aos perfis dos públicos atendido, adotar uma postura diferenciada para cada negociação. Isso porque cada venda tem uma característica única, fazendo com que não exista uma metodologia exclusiva para alcançar o sucesso. Cada comprador tem uma personalidade e é preciso identificar seus motivadores de compra para acertar na abordagem e oferecer algo que realmente faça a diferença. O vendedor profissional entende o cliente, investiga necessidades e oportunidades, fala na sua linguagem e se coloca na sua posição para definir qual é a melhor opção para apresentar sua proposta de valor.</p>
<p>Mesmo não existindo caminhos prontos, podemos dizer que oito competências são imprescindíveis para a carreira de um vendedor profissional. São elas:</p>
<p><strong>Disciplina – </strong>Reserve momentos no mês e na semana para se planejar. Tente fazer pelo menos duas paradas no decorrer do dia para avaliar se está investindo a sua energia em um trabalho que gerará retorno. Mesmo após inúmeros nãos, é preciso manter o foco nas ações diárias e no que realmente é importante para alcançar a meta. A maioria dos vendedores não planeja fracassar, mas falha pela falta de planejamento e organização.</p>
<p><strong>Comunicação – </strong>O vendedor profissional é articulado e sabe se expressar de forma clara e objetiva, o que não significa falar muito. Seja preciso na comunicação. Evite os jargões, pois o senso comum não nos dá os elementos necessários para a inovação. Tenha um repertório, pesquise a concorrência, conheça as características e benefícios do produto/serviço e busque informações o tempo todo.</p>
<p><strong>Criatividade &#8211; </strong>Busque alternativas para chegar até o cliente, use argumentos que o envolvam. Faça com que ele se imagine desfrutando dos benefícios dos produtos e serviços. Crie novas oportunidades e proponha soluções inovadoras.</p>
<p><strong>Capacidade investigativa –</strong> Fazer perguntas e saber ouvir para entender as necessidades do cliente é essencial para uma venda de sucesso. Não adianta forçá-lo a fazer uma compra pensando apenas na sua comissão. O bom vendedor entende e identifica as dificuldades e necessidades do cliente, mapeando-as, para depois apresentar uma solução realmente eficaz. Clientes satisfeitos voltam e fazem indicações positivas, enquanto aqueles que se sentem enganados só trazem contribuições negativas e, normalmente, compram uma única vez.</p>
<p><strong>Adaptabilidade -</strong> Aptidão inerente à carreira de vendedores profissionais. É preciso aprender a lidar com diferentes perfis de clientes, influenciando todas as pessoas envolvidas no processo de compra. Para isso, administre suas emoções, frustrações e saiba se adequar ao que for necessário para alcançar suas metas.</p>
<p><strong>Empatia &#8211; </strong>Criar identificação e inspirar confiança fazem toda a diferença na relação comercial. Cuide da aparência e vista-se de acordo com o perfil da venda e do cliente. Isso pode ser fundamental para transmitir uma boa impressão. Normalmente, as pessoas preferem se relacionar e confiam em quem se parece com elas. Procure entender e falar sobre o que é importante para o cliente, seja ele um problema a ser resolvido ou um sonho que ele quer realizar.</p>
<p><strong>Networking -</strong> Quantas pessoas conhecem você? Não importa apenas quantas pessoas você conhece, mas sim, quantas sabem quem e o que você é. Em um mundo cada vez mais competitivo, conhecer pessoas, manter relações saudáveis com companheiros de trabalho e estar atento aos acontecimentos é fundamental para quem pretende se destacar e explorar oportunidades. É imprescindível cultivar uma rede de relacionamentos, pois nem sempre somos capazes de encontrar oportunidades sozinhos.</p>
<p><strong>Tenacidade comercial &#8211; </strong>A capacidade de entrar em ação, buscar resultados, ser otimista e persistente proporcionam vitalidade ao dia a dia do vendedor profissional. Ser persistente é diferente de ser insistente. Não desista da venda na primeira negativa, especialmente se estamos falando de investimentos elevados, que irão envolver negociações extensas. Para se ter uma idéia, segundo uma pesquisa do National Sales Association, 80% das vendas acontecem entre o quinto e o décimo segundo contato.</p>
<p><strong>Fonte: </strong>Administradores.com.<em></em></p>
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		<title>Escolha da carreira: paixão ou influência?</title>
		<link>http://www.labor.com.br/noticias/escolha-da-carreira-paixao-ou-influencia/</link>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 16:43:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>samara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Em meio a tantas mudanças, características típicas da juventude, são muitas as informações e considerações na hora de escolher por uma carreira. Quase sempre a definição é influenciada pelos pais e na maioria das vezes sustentada pelo profissional com medo de reconhecer que a decisão não foi acertada e recomeçar. Dilemas, desgastes, frustrações e outros sentimentos vêm à tona diante deste cenário. Escolher a profissão considerando a carreira dos pais ou outro membro da família pode ser um grande sinal de admiração. A facilidade e segurança em seguir por esse caminho e aproveitar as oportunidades de um &#8220;padrinho&#8221; nesta jornada, também deve ser considerada. Entretanto, pode ser uma grande armadilha. A questão é que nem sempre a admiração ou um caminho facilitado será sustentável no médio e longo prazo. Estamos falando aqui de moral e ética. Essa identificação é que vai sustentar seu propósito de vida! Que vai fazer com que abrace causas relacionadas à sua profissão, que vai desbravar caminhos antes desconhecidos. Além de criar demanda por uma análise sutil da situação real, a fim de estancar problemas corriqueiros e poder atuar em uma brilhante idéia que impactará a vida das pessoas e do consumidor final. Seja lá por onde andar, vai emanar a paixão pela profissão, que será sustentada por suas atitudes. É fácil identificar uma pessoa que não se identifica com sua profissão. Entre os sinais clássicos estão: atitudes marcadas pela obrigação em fazer a tarefa, atenção desviada a outros assuntos, dificuldade de concentração e foco, estresse e reclamações constantes, dificuldade em conseguir adeptos para suas idéias ou simplesmente expor suas idéias ou projetos, entre outros. Em contrapartida, é igualmente fácil identificar quem escolheu a profissão acertada. Entre tantos sinais, percebe-se claramente a paixão em todas as suas atitudes, a paciência e persistência em seguir com seu propósito e projeto. A busca incessante por dados e informações que sustentem suas ações, teorias, sugestões&#8230; A facilidade em mobilizar outros para ações em conjunto, a gana por levantar todos os dias e fazer valer seus valores e missão de vida, sem desviar-se do caminho, ainda que diante de grandes desafios. Abaixo algumas dicas para a escolha da profissão certa. 1 · Promova auto-observação a fim de identificar o que se gosta de fazer e o que se vê fazendo ao longo da vida. 2 · Faça uma lista das profissões que gostaria de pesquisar mais a fundo. 3 · Levante informações sobre cada uma dessas profissões, inclua conversa com profissionais na área, participação em palestras e workshops. 4 · Experimente estágios ou trabalhos voluntários a fim de &#8220;sentir&#8221; a profissão e considerar todas as percepções enquanto está atuando. 5 · Busque fazer orientação vocacional a fim de promover auto percepção e maturidade sobre si, a realidade exterior e familiar, objetivando escolhas mais efetivas. 6 · Inscreva-se em programas de desenvolvimento de jovens, promovendo reflexões, trocando idéias com outros jovens que estão na mesma situação, participado de atividades e expandindo a consciência sobre si mesmo e suas principais características/habilidades. 7...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio a tantas mudanças, características típicas da juventude, são muitas as informações e considerações na hora de escolher por uma carreira. Quase sempre a definição é influenciada pelos pais e na maioria das vezes sustentada pelo profissional com medo de reconhecer que a decisão não foi acertada e recomeçar. Dilemas, desgastes, frustrações e outros sentimentos vêm à tona diante deste cenário.</p>
<p>Escolher a profissão considerando a carreira dos pais ou outro membro da família pode ser um grande sinal de admiração. A facilidade e segurança em seguir por esse caminho e aproveitar as oportunidades de um &#8220;padrinho&#8221; nesta jornada, também deve ser considerada. Entretanto, pode ser uma grande armadilha. A questão é que nem sempre a admiração ou um caminho facilitado será sustentável no médio e longo prazo.</p>
<p>Estamos falando aqui de moral e ética. Essa identificação é que vai sustentar seu propósito de vida! Que vai fazer com que abrace causas relacionadas à sua profissão, que vai desbravar caminhos antes desconhecidos. Além de criar demanda por uma análise sutil da situação real, a fim de estancar problemas corriqueiros e poder atuar em uma brilhante idéia que impactará a vida das pessoas e do consumidor final. Seja lá por onde andar, vai emanar a paixão pela profissão, que será sustentada por suas atitudes.</p>
<p>É fácil identificar uma pessoa que não se identifica com sua profissão. Entre os sinais clássicos estão: atitudes marcadas pela obrigação em fazer a tarefa, atenção desviada a outros assuntos, dificuldade de concentração e foco, estresse e reclamações constantes, dificuldade em conseguir adeptos para suas idéias ou simplesmente expor suas idéias ou projetos, entre outros.</p>
<p>Em contrapartida, é igualmente fácil identificar quem escolheu a profissão acertada. Entre tantos sinais, percebe-se claramente a paixão em todas as suas atitudes, a paciência e persistência em seguir com seu propósito e projeto. A busca incessante por dados e informações que sustentem suas ações, teorias, sugestões&#8230; A facilidade em mobilizar outros para ações em conjunto, a gana por levantar todos os dias e fazer valer seus valores e missão de vida, sem desviar-se do caminho, ainda que diante de grandes desafios.</p>
<p>Abaixo algumas dicas para a escolha da profissão certa.</p>
<p>1 · Promova auto-observação a fim de identificar o que se gosta de fazer e o que se vê fazendo ao longo da vida.</p>
<p>2 · Faça uma lista das profissões que gostaria de pesquisar mais a fundo.</p>
<p>3 · Levante informações sobre cada uma dessas profissões, inclua conversa com profissionais na área, participação em palestras e workshops.</p>
<p>4 · Experimente estágios ou trabalhos voluntários a fim de &#8220;sentir&#8221; a profissão e considerar todas as percepções enquanto está atuando.</p>
<p>5 · Busque fazer orientação vocacional a fim de promover auto percepção e maturidade sobre si, a realidade exterior e familiar, objetivando escolhas mais efetivas.</p>
<p>6 · Inscreva-se em programas de desenvolvimento de jovens, promovendo reflexões, trocando idéias com outros jovens que estão na mesma situação, participado de atividades e expandindo a consciência sobre si mesmo e suas principais características/habilidades.</p>
<p>7 · Crie e acione network/rede de relacionamento com intuito de trocar informações, levantar dicas, indicações, tudo que estiver relacionado ao seu objetivo.</p>
<p>8 · Elabore um plano de ação, definindo ações que garantam o atingimento de sua meta, respondendo as perguntas: o que você quer? Que recursos você têm e/ou precisa? Possíveis obstáculos? Como vai saber que atingiu sua meta?</p>
<p>9 · Uma vez definido, busque formação, especialização, viagens, estágios em empresas de referência, pratique idiomas, leia, pesquise e verá que muitas dessas ações virão naturalmente e isso tudo vai confirmar sua escolha e seu propósito de vida.</p>
<p><strong>Fonte: </strong><em>Administradores.com</em></p>
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		<item>
		<title>Jovens profissionais: como mostrar seriedade, apesar da pouca idade?</title>
		<link>http://www.labor.com.br/noticias/jovens-profissionais-como-mostrar-seriedade-apesar-da-pouca-idade/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 19:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>labor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Normalmente, juventude está associada à falta de experiência. Em decorrência disso, profissionais que acabam de entrar no mercado de trabalho enfrentam diversos problemas relacionados à postura profissional. No entanto, apesar da pouca idade, é possível, sim, mostrar seriedade, bastando estar atendo a alguns elementos comportamentais. Especialistas de carreiras lembram algumas das principais falhas cometidas pelos jovens dentro das organizações, sendo elas: atrasos, faltas sem aviso ou justificativas, falta de comprometimento, problemas de relacionamento, inflexibilidade, entre outras. A lista, no entanto, não para por ai e tais condutas podem custar o emprego do jovem. Mudando de emprego Outro elemento que é visto de forma negativa é ter curtas experiências profissionais em várias empresas. Do ponto de vista dos selecionadores, o objetivo é encontrar um candidato que preencha a vaga em questão e que vá ficar um longo período na empresa. Assim, se constarem no currículo do candidato passagens por várias empresas, mas com períodos inferiores a seis meses, ele poderá ser avaliado como instável. Na prática, as empresas querem profissionais em que possam investir. Portanto, o selecionador vai buscar um candidato que passe segurança nesse sentido, ou seja, que esteja interessado em ficar na empresa. Não espere ninguém pedir Além de saber se relacionar, mostrar comprometimento e respeitar a hierarquia e ser pró-ativo vão contribuir de forma determinante para formar uma imagem de profissional sério. A dica é sempre tentar solucionar os problemas que surgirem e se envolver nos projetos. Isso mostra que o indivíduo quer estar ali. Assim, apesar da pouca idade, mostrar-se um profissional pró-ativo, trabalhando e apresentando resultados, sem que seus superiores peçam, vai mostrar que o indivíduo veste a camisa da empresa, além de saber o que quer e aonde quer chegar. Por fim, vale lembrar que promoções levam tempo. Uma das grandes características da geração Y, dos nascidos a partir de 1978, é a falta de paciência no desenvolvimento da carreira. Muitos, após um feedback positivo, já querem reivindicar aumento salarial ou cargos mais elevados. Uma consultora de RH, lista algumas dicas que ajudam os jovens a firmar uma postura séria: * conhecer e adaptar-se à cultura, normas e procedimentos da empresa; * entender como funciona um ambiente corporativo; * perguntar em caso de dificuldades e trocar ideias; * desenvolver suas habilidades; * aplicar seus conhecimentos teóricos; * adaptar-se à rotina empresarial; * conhecer os processos da organização; * demonstrar agilidade em suas tarefas, mantendo sempre a qualidade; * ser pró-ativo; * cumprir seus compromissos sempre no prazo determinado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Normalmente, juventude está associada à falta de experiência. Em decorrência disso, profissionais que acabam de entrar no mercado de trabalho enfrentam diversos problemas relacionados à postura profissional. No entanto, apesar da pouca idade, é possível, sim, mostrar seriedade, bastando estar atendo a alguns elementos comportamentais.<br />
Especialistas de carreiras lembram algumas das principais falhas cometidas pelos jovens dentro das organizações, sendo elas: atrasos, faltas sem aviso ou justificativas, falta de comprometimento, problemas de relacionamento, inflexibilidade, entre outras. A lista, no entanto, não para por ai e tais condutas podem custar o emprego do jovem.</p>
<p>Mudando de emprego<br />
Outro elemento que é visto de forma negativa é ter curtas experiências profissionais em várias empresas. Do ponto de vista dos selecionadores, o objetivo é encontrar um candidato que preencha a vaga em questão e que vá ficar um longo período na empresa. Assim, se constarem no currículo do candidato passagens por várias empresas, mas com períodos inferiores a seis meses, ele poderá ser avaliado como instável.<br />
Na prática, as empresas querem profissionais em que possam investir. Portanto, o selecionador vai buscar um candidato que passe segurança nesse sentido, ou seja, que esteja interessado em ficar na empresa.</p>
<p>Não espere ninguém pedir<br />
Além de saber se relacionar, mostrar comprometimento e respeitar a hierarquia e ser pró-ativo vão contribuir de forma determinante para formar uma imagem de profissional sério. A dica é sempre tentar solucionar os problemas que surgirem e se envolver nos projetos. Isso mostra que o indivíduo quer estar ali.<br />
Assim, apesar da pouca idade, mostrar-se um profissional pró-ativo, trabalhando e apresentando resultados, sem que seus superiores peçam, vai mostrar que o indivíduo veste a camisa da empresa, além de saber o que quer e aonde quer chegar.</p>
<p>Por fim, vale lembrar que promoções levam tempo. Uma das grandes características da geração Y, dos nascidos a partir de 1978, é a falta de paciência no desenvolvimento da carreira. Muitos, após um feedback positivo, já querem reivindicar aumento salarial ou cargos mais elevados.</p>
<p>Uma consultora de RH, lista algumas dicas que ajudam os jovens a firmar uma postura séria:</p>
<p>    * conhecer e adaptar-se à cultura, normas e procedimentos da empresa;<br />
    * entender como funciona um ambiente corporativo;<br />
    * perguntar em caso de dificuldades e trocar ideias;<br />
    * desenvolver suas habilidades;<br />
    * aplicar seus conhecimentos teóricos;<br />
    * adaptar-se à rotina empresarial;<br />
    * conhecer os processos da organização;<br />
    * demonstrar agilidade em suas tarefas, mantendo sempre a qualidade;<br />
    * ser pró-ativo;<br />
    * cumprir seus compromissos sempre no prazo determinado.</p>
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		<item>
		<title>Como fazer um currículo: excessos comprometem busca pela vaga</title>
		<link>http://www.labor.com.br/noticias/como-fazer-um-curriculo-excessos-comprometem-busca-pela-vaga/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 19:35:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>labor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Ele é a porta de entrada para uma nova rotina de vida. Não há vaga de emprego que não passe por um currículo. Por isso, quanto mais bem feito o seu resumo profissional, maiores as chances se recolocar (ou de começar) no mercado de trabalho. Os principais erros dos currículos estão relacionados ao excesso: de experiências narradas, de inovação gráfica, de números de documentos. Na apresentação gráfica, a critividade tem de ser moderada. Use uma fonte bastante conhecida e prefira poucas cores. O selecionador pode imprimir o currículo em preto-e-branco e perder dados. Nos dados pessoais, não liste todos os seus números de documentos. O que tem de ter é nome, endereço, telefones (atualizados), e-mail, data de nascimento e estado civil. Foto, só se a vaga pedir. Para economizar espaço, não é preciso iniciar com &#8220;Curriculum Vitae&#8221; ou &#8220;Currículo&#8221;: pode começar diretamente pelo seu nome. Não é um erro, mas pode ajudar a dar uma boa impressão. Foco nos resultados Ao listar as experiências profissionais, concentre-se nas últimas três ou quatro empresas ou nos últimos dez anos de trabalho. Se for uma organização desconhecida, diga em uma linha o tipo de empresa e o tamanho. É preciso ainda indicar seu cargo e quais foram suas principais responsabilidades e seus resultados. Elencar qualidades, como &#8220;analítico&#8221;, &#8220;líder&#8221;, &#8220;organizado&#8221;, não é necessário. Elas serão analisadas sempre em uma entrevista pessoal, por meio de uma ligação telefônica, ou até mesmo, dependendo da instituição, pela aplicação de testes técnicos e psicológicos. Em vez disso, prefira descrever a área desejada no campo &#8220;Objetivo&#8221;. Isso ajuda o selecionador. Fonte: UOL]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ele é a porta de entrada para uma nova rotina de vida. Não há vaga de emprego que não passe por um currículo. Por isso, quanto mais bem feito o seu resumo profissional, maiores as chances se recolocar (ou de começar) no mercado de trabalho.<br />
Os principais erros dos currículos estão relacionados ao excesso: de experiências narradas, de inovação gráfica, de números de documentos.<br />
Na apresentação gráfica, a critividade tem de ser moderada. Use uma fonte bastante conhecida e prefira poucas cores. O selecionador pode imprimir o currículo em preto-e-branco e perder dados.<br />
Nos dados pessoais, não liste todos os seus números de documentos. O que tem de ter é nome, endereço, telefones (atualizados), e-mail, data de nascimento e estado civil. Foto, só se a vaga pedir.<br />
Para economizar espaço, não é preciso iniciar com &#8220;Curriculum Vitae&#8221; ou &#8220;Currículo&#8221;: pode começar diretamente pelo seu nome. Não é um erro, mas pode ajudar a dar uma boa impressão. </p>
<p>Foco nos resultados<br />
Ao listar as experiências profissionais, concentre-se nas últimas três ou quatro empresas ou nos últimos dez anos de trabalho. Se for uma organização desconhecida, diga em uma linha o tipo de empresa e o tamanho.<br />
É preciso ainda indicar seu cargo e quais foram suas principais responsabilidades e seus resultados.<br />
Elencar qualidades, como &#8220;analítico&#8221;, &#8220;líder&#8221;, &#8220;organizado&#8221;, não é necessário. Elas serão analisadas sempre em uma entrevista pessoal, por meio de uma ligação telefônica, ou até mesmo, dependendo da instituição, pela aplicação de testes técnicos e psicológicos. Em vez disso, prefira descrever a área desejada no campo &#8220;Objetivo&#8221;. Isso ajuda o selecionador.</p>
<p>Fonte: UOL </p>
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		<title>Principal qualidade de liderança é a capacidade de inspirar, segundo pesquisa</title>
		<link>http://www.labor.com.br/noticias/principal-qualidade-de-lideranca-e-a-capacidade-de-inspirar-segundo-pesquisa/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 17:05:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>labor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Nove entre 10 empresas brasileiras possuem profissionais com perfil de liderança. É o que indica uma pesquisa realizada pela Robert Half com cerca de 300 presidentes, superintendentes, diretores e gerentes de companhias de médio e grande porte em todo o Brasil. Apesar do alto índice, no entanto, 64,2% dos entrevistados afirmaram que suas empresas não têm programas sistemáticos para identificar líderes. De acordo com o levantamento, as três principais qualidades de um bom líder são inspirar outras pessoas (43,4%), ter ética (42%) e ser capaz de tomar decisões (38,9%). Por outro lado, o desequilíbrio emocional (26,4%), a arrogância (19,3%) e a centralização (16,4%) são os maiores defeitos de um líder. O estudo mostra ainda que para 49,5% dos pesquisados o principal resultado prático de ter pessoas com qualidade de líderes na equipe é o aumento da produtividade, seguido pela retenção de talentos (25,4%). Em relação ao desenvolvimento das habilidades, coaching (73,2%), oferecer desafios (62,2%) e integração de subordinados com os gestores (43,3%) são as principais ferramentas. Fonte: Administradores]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nove entre 10 empresas brasileiras possuem profissionais com perfil de liderança. É o que indica uma pesquisa realizada pela Robert Half com cerca de 300 presidentes, superintendentes, diretores e gerentes de companhias de médio e grande porte em todo o Brasil. Apesar do alto índice, no entanto, 64,2% dos entrevistados afirmaram que suas empresas não têm programas sistemáticos para identificar líderes.</p>
<p>De acordo com o levantamento, as três principais qualidades de um bom líder são inspirar outras pessoas (43,4%), ter ética (42%) e ser capaz de tomar decisões (38,9%). Por outro lado, o desequilíbrio emocional (26,4%), a arrogância (19,3%) e a centralização (16,4%) são os maiores defeitos de um líder.</p>
<p>O estudo mostra ainda que para 49,5% dos pesquisados o principal resultado prático de ter pessoas com qualidade de líderes na equipe é o aumento da produtividade, seguido pela retenção de talentos (25,4%). Em relação ao desenvolvimento das habilidades, coaching (73,2%), oferecer desafios (62,2%) e integração de subordinados com os gestores (43,3%) são as principais ferramentas. </p>
<p>Fonte: Administradores</p>
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		<title>Informalidade pode limitar crescimento profissional.</title>
		<link>http://www.labor.com.br/noticias/informalidade-pode-limitar-crescimento-profissional/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 16:52:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>labor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de trabalhar muito tempo na mesma empresa e com os mesmos colegas, alguns profissionais acabam se confundindo, adotando uma postura muito mais coerente com o ambiente familiar do que com o profissional. Embora se sentir à vontade na empresa em que atua facilita o desenvolvimento de algumas atividades, a informalidade tem seus limites. De acordo com a especialista em soluções de RH da De Bernt Entschev Human Capital, Renata Perrone, quando os profissionais atuam muito tempo na mesma empresa, eventualmente acabam tendo atitudes informais demais. Essas atitudes acabam transparecendo em brincadeiras, palavrões, piadas, apelidos e roupas, por exemplo. A questão é que, mesmo que o profissional esteja adaptado ao ambiente e acostumado com ele, não deve se esquecer de que o ambiente profissional deve sempre ser tratado como tal. Mas como não escorregar? Renata faz duas sugestões: observação e bom senso. Observação e bom senso Em primeiro lugar, o profissional deve sempre observar como os demais membros da equipe agem, sobretudo, o chefe. “O chefe normalmente já foi orientado para ser o modelo”, diz Renata. Mas vale uma ressaltava: os chefes nem sempre têm a postura mais adequada, ou seja, não agem de acordo com a posição. Por isso, o bom senso é importante. Se o chefe falar muito palavrão, por exemplo, sua posição não justifica tal comportamento nem deve ser seguida. Além de observar o chefe, é importante analisar o ambiente e as demais pessoas. Em uma agência de publicidade, o clima descontraído será natural, ao passo que, em uma empresa de consultoria, exige-se um comportamento mais sério. Em relação aos demais membros da equipe, a situação é ainda mais delicada. Os profissionais não são iguais, e, portanto, nem todos vão aceitar as brincadeiras, apelidos e piadas da mesma forma. Aqui, novamente, vale a mesma dica: observe. “Repare no ambiente. Tem gente que se ofende, enquanto outros adoram. Tem pessoas com que você pode brincar e têm outras que não”, explica Renata. No caso das roupas, “o casual day, por exemplo, não significa que você pode usar decote ou ir com a camiseta da sua banda favorita”, diz Renata. É mais um momento de usar uma calça jeans, em vez da calça social, sugere. Os brincalhões Se por um lado ser uma pessoa brincalhona ajuda a descontrair o estresse do dia a dia, por outro, essa característica também pode atrapalhar bastante o desenvolvimento da carreira. De acordo com a especialista, quando os profissionais ganham a fama de brincalhões &#8211; de que não são sérios quando a situação exige –, isso pode limitar seu crescimento. “Já ouvi profissionais, considerados como bons trabalhadores, deixarem de ser promovidos, pois eram conhecidos como brincalhões”, lembra Renata. Mesmo que a equipe incentive tal comportamento, isso não quer dizer que esta é uma atitude positiva para a carreira. Fonte: Os Administradores]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de trabalhar muito tempo na mesma empresa e com os mesmos colegas, alguns profissionais acabam se confundindo, adotando uma postura muito mais coerente com o ambiente familiar do que com o profissional. Embora se sentir à vontade na empresa em que atua facilita o desenvolvimento de algumas atividades, a informalidade tem seus limites.<br />
De acordo com a especialista em soluções de RH da De Bernt Entschev Human Capital, Renata Perrone, quando os profissionais atuam muito tempo na mesma empresa, eventualmente acabam tendo atitudes informais demais. Essas atitudes acabam transparecendo em brincadeiras, palavrões, piadas, apelidos e roupas, por exemplo.<br />
A questão é que, mesmo que o profissional esteja adaptado ao ambiente e acostumado com ele, não deve se esquecer de que o ambiente profissional deve sempre ser tratado como tal. Mas como não escorregar? Renata faz duas sugestões: observação e bom senso.</p>
<p>Observação e bom senso<br />
Em primeiro lugar, o profissional deve sempre observar como os demais membros da equipe agem, sobretudo, o chefe. “O chefe normalmente já foi orientado para ser o modelo”, diz Renata. Mas vale uma ressaltava: os chefes nem sempre têm a postura mais adequada, ou seja, não agem de acordo com a posição.<br />
Por isso, o bom senso é importante. Se o chefe falar muito palavrão, por exemplo, sua posição não justifica tal comportamento nem deve ser seguida. Além de observar o chefe, é importante analisar o ambiente e as demais pessoas. Em uma agência de publicidade, o clima descontraído será natural, ao passo que, em uma empresa de consultoria, exige-se um comportamento mais sério.<br />
Em relação aos demais membros da equipe, a situação é ainda mais delicada. Os profissionais não são iguais, e, portanto, nem todos vão aceitar as brincadeiras, apelidos e piadas da mesma forma. Aqui, novamente, vale a mesma dica: observe. “Repare no ambiente. Tem gente que se ofende, enquanto outros adoram. Tem pessoas com que você pode brincar e têm outras que não”, explica Renata.<br />
No caso das roupas, “o casual day, por exemplo, não significa que você pode usar decote ou ir com a camiseta da sua banda favorita”, diz Renata. É mais um momento de usar uma calça jeans, em vez da calça social, sugere.</p>
<p>Os brincalhões<br />
Se por um lado ser uma pessoa brincalhona ajuda a descontrair o estresse do dia a dia, por outro, essa característica também pode atrapalhar bastante o desenvolvimento da carreira. De acordo com a especialista, quando os profissionais ganham a fama de brincalhões &#8211; de que não são sérios quando a situação exige –, isso pode limitar seu crescimento.<br />
“Já ouvi profissionais, considerados como bons trabalhadores, deixarem de ser promovidos, pois eram conhecidos como brincalhões”, lembra Renata. Mesmo que a equipe incentive tal comportamento, isso não quer dizer que esta é uma atitude positiva para a carreira.</p>
<p>Fonte: Os Administradores</p>
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		<title>Geração de empregos em fevereiro tem o pior resultado dos últimos três anos</title>
		<link>http://www.labor.com.br/noticias/geracao-de-empregos-em-fevereiro-tem-o-pior-resultado-dos-ultimos-tres-anos/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 21:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>labor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.labor.com.br/?p=994</guid>
		<description><![CDATA[Na estatística do ministério, foi o pior mês de fevereiro nos últimos três anos O Brasil criou em fevereiro 150,6 mil empregos formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados divulgados na última sexta-feira (16). Se, por um lado, o número supera o resultado de janeiro, quando foram criados 118,9 mil empregos, por outro representa menos da metade dos empregos criados no mesmo mês de 2011 (347 mil). Na estatística, foi o pior mês de fevereiro nos últimos três anos. Somando os dois primeiros meses do ano, foram abertas 293.987 vagas, bem menos do que os quase 500 mil empregos criados no primeiro bimestre de 2011. Fonte:Administradores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na estatística do ministério, foi o pior mês de fevereiro nos últimos três anos<br />
O Brasil criou em fevereiro 150,6 mil empregos formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados divulgados na última sexta-feira (16). Se, por um lado, o número supera o resultado de janeiro, quando foram criados 118,9 mil empregos, por outro representa menos da metade dos empregos criados no mesmo mês de 2011 (347 mil).<br />
Na estatística, foi o pior mês de fevereiro nos últimos três anos. Somando os dois primeiros meses do ano, foram abertas 293.987 vagas, bem menos do que os quase 500 mil empregos criados no primeiro bimestre de 2011.<br />
Fonte:Administradores.</p>
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		<title>Agilidade de operações no Brasil favorece contratação de CFOs</title>
		<link>http://www.labor.com.br/noticias/agilidade-de-operacoes-no-brasil-favorece-contratacao-de-cfos/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 21:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>labor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.labor.com.br/?p=992</guid>
		<description><![CDATA[O mercado brasileiro tem favorecido cada vez mais a contratação de CFOs (Chief Financial Officer), afinal, o bom momento no País tem contribuído para revelar os traços dos executivos daqui, que ao contrário dos calmos diretores financeiros norte-americanos, costumam ser mais ágeis na execução de suas operações financeiras no mercado. E não adianta negar, nem mesmo os analíticos e cautelosos europeus parecem ser páreos para os executivos brasileiros, já que, enquanto as operações destes são minuciosamente planejadas para serem concretizadas no longo prazo, as dos brasileiros são executadas em poucos meses. “Os europeus costumam ser mais lentos em suas decisões, mas, quando implementam uma ação, costumam ser certeiros. Já os brasileiros têm a vantagem de possuir um pouco de todas as características dos CFOs europeus e norte-americanos e, além de tudo, ainda serem mais ágeis em suas decisões”, explica um headhunter. Segundo ele, esse é um dos motivos para que a contratação de diretores financeiros no País esteja tão em alta. Outros motivos Uma recente pesquisa realizada analisou a carreira dos CFOs das empresas norte-americanas presentes na lista “Fortune 100” e concluiu que 69% deles chegaram ao posto sendo promovidos internamente, enquanto apenas 31% foram recrutados por companhias de outros países. “Para contratar alguém de outro país, uma empresa precisa pagar um salário muito maior, enquanto que, oferecendo uma oportunidade para um profissional daqui, ela pode conseguir um excelente executivo por um preço melhor. Por isso, a preferência por brasileiros nessa área de atuação”, explica. Além disso, é preciso pensar que um profissional também pode crescer muito em uma empresa. “Ele pode começar com um cargo de coordenador financeiro, que posteriormente passará a gerente e, então, chegará ao cargo de diretor e quem sabe de presidente”, diz o headhunter. Realidade nacional No Brasil, a profissão de CFO é vista como um cargo de altíssima confiança. Por isso, não raro, a troca de um presidente de companhia costuma impactar também tal função. De acordo com o headhunter, a saída do presidente faz também com que o diretor financeiro, que é tido como o braço direito da companhia, seja cortado da equipe. “Essa ação é comum na maioria das empresas nacionais. Como se trata de um cargo de confiança, os novos presidentes também têm a intenção de colocar na área financeira os executivos com os quais tenham mais afinidade”, explica. Outra movimentação comum ocorre quando uma empresa está em fase de reestruturação. “Nessa situação, é muito comum a contratação de um diretor financeiro de fora da empresa, ou seja, com outras experiências, para organizar o negócio”, esclarece. Segundo ele, muitas organizações estão preferindo esse tipo de ação a ter de promover alguém internamente, por conta do ritmo da economia nacional, que anda acelerado demais, em virtude dos investimentos no País nos próximos anos. &#8220;Vale lembrar também que algumas empresas também preferem esse tipo de contratação, pois estão sendo pressionadas quanto à margem de lucratividade e precisam baixar seus custos para aumentar sua competitividade no setor&#8221;, completa. Fonte:Administradores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado brasileiro tem favorecido cada vez mais a contratação de CFOs (Chief Financial Officer), afinal, o bom momento no País tem contribuído para revelar os traços dos executivos daqui, que ao contrário dos calmos diretores financeiros norte-americanos, costumam ser mais ágeis na execução de suas operações financeiras no mercado.<br />
E não adianta negar, nem mesmo os analíticos e cautelosos europeus parecem ser páreos para os executivos brasileiros, já que, enquanto as operações destes são minuciosamente planejadas para serem concretizadas no longo prazo, as dos brasileiros são executadas em poucos meses.<br />
“Os europeus costumam ser mais lentos em suas decisões, mas, quando implementam uma ação, costumam ser certeiros. Já os brasileiros têm a vantagem de possuir um pouco de todas as características dos CFOs europeus e norte-americanos e, além de tudo, ainda serem mais ágeis em suas decisões”, explica um headhunter.<br />
Segundo ele, esse é um dos motivos para que a contratação de diretores financeiros no País esteja tão em alta.<br />
Outros motivos</p>
<p>Uma recente pesquisa realizada analisou a carreira dos CFOs das empresas norte-americanas presentes na lista “Fortune 100” e concluiu que 69% deles chegaram ao posto sendo promovidos internamente, enquanto apenas 31% foram recrutados por companhias de outros países.<br />
“Para contratar alguém de outro país, uma empresa precisa pagar um salário muito maior, enquanto que, oferecendo uma oportunidade para um profissional daqui, ela pode conseguir um excelente executivo por um preço melhor. Por isso, a preferência por brasileiros nessa área de atuação”, explica.<br />
Além disso, é preciso pensar que um profissional também pode crescer muito em uma empresa. “Ele pode começar com um cargo de coordenador financeiro, que posteriormente passará a gerente e, então, chegará ao cargo de diretor e quem sabe de presidente”, diz o headhunter.<br />
Realidade nacional</p>
<p>No Brasil, a profissão de CFO é vista como um cargo de altíssima confiança. Por isso, não raro, a troca de um presidente de companhia costuma impactar também tal função. De acordo com o headhunter, a saída do presidente faz também com que o diretor financeiro, que é tido como o braço direito da companhia, seja cortado da equipe.<br />
“Essa ação é comum na maioria das empresas nacionais. Como se trata de um cargo de confiança, os novos presidentes também têm a intenção de colocar na área financeira os executivos com os quais tenham mais afinidade”, explica.<br />
Outra movimentação comum ocorre quando uma empresa está em fase de reestruturação. “Nessa situação, é muito comum a contratação de um diretor financeiro de fora da empresa, ou seja, com outras experiências, para organizar o negócio”, esclarece.<br />
Segundo ele, muitas organizações estão preferindo esse tipo de ação a ter de promover alguém internamente, por conta do ritmo da economia nacional, que anda acelerado demais, em virtude dos investimentos no País nos próximos anos.<br />
&#8220;Vale lembrar também que algumas empresas também preferem esse tipo de contratação, pois estão sendo pressionadas quanto à margem de lucratividade e precisam baixar seus custos para aumentar sua competitividade no setor&#8221;, completa.<br />
Fonte:Administradores.</p>
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		<title>Veja quais características femininas ajudam na carreira</title>
		<link>http://www.labor.com.br/noticias/veja-quais-caracteristicas-femininas-ajudam-na-carreira/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 13:15:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>labor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Intuição, sensibilidade e multifuncionalidade; se bem aproveitados, podem levar ao sucesso profissional Jovens, idosos, homens e mulheres. Cada grupo de profissionais tem suas características exclusivas. Os jovens são mais dinâmicos; os mais velhos, usualmente, são mais pacientes; os homens, mais focados; e as mulheres? Algumas peculiaridades do sexo feminino podem ajudar bastante no crescimento profissional, basta saber tirar proveito delas. Pensando nisso, a equipe conversou com profissionais mulheres bem-sucedidas para que elas revelassem quais características femininas as ajudaram em suas carreiras. Começando com uma superintendente técnica, os três aspectos mais marcantes do sexo feminino são: intuição, sensibilidade e multifuncionalidade. Essas características ajudaram a profissional a impulsionar sua carreira, passando, em poucos anos, da posição de estagiária para a de superintendente, cargo que está abaixo apenas da diretoria. Intuição, sensibilidade e multifuncionalidade A profissional reconhece que, “como mulheres, temos algumas características diferentes, que não necessariamente nos fazem melhores ou piores, mas se bem aproveitadas podem ajudar na carreira”. A intuição feminina, por exemplo, é um fator que muitas vezes faz a mulher arriscar mais, acreditar em alguma coisa e tentar seguir por tal caminho. A sensibilidade, por sua vez, “ajuda muito nos relacionamentos, sobretudo, no sentido de entender as necessidades das pessoas”. Muitos especialistas concordam que o bom líder é aquele que compreende o que cada membro da equipe quer e consegue perceber suas competências. Já a multifuncionalidade é a habilidade, muito mais comum entre o sexo feminino, em lidar com diversas coisas ao mesmo tempo. Para ela, isso se traduz em “maior produtividade para a equipe”. Uma gerente de marketing corporativo, além da vida profissional tem dois filhos, concorda com a multifuncionalidade da mulher. &#8220;Dividir-se entre a vida doméstica e a agenda profissional exige bastante jogo de cintura”, afirma. E esse jogo de cintura transforma as profissionais, “você acaba ficando mais afinada em tocar diversos assuntos simultaneamente”. A superentendente ressalta que sua carreira atingiu pontos positivos em decorrência de seu interesse em se aperfeiçoar constantemente através de cursos. A profissional explica que, ao longo da sua carreira, buscou conhecimentos não diretamente ligados à sua área. Apesar de ser farmacêutica, estudou gestão de pessoas e temas relacionados com finanças, ou seja, assuntos paralelos à sua área de formação, mas que a ajudaram no seu crescimento profissional. “Isso me deu visão do todo”, pondera. Visão do todo Uma diretora comercial e de marketing, também concorda com a multifuncionalidade das mulheres. Essa facilidade em lidar com diversos assuntos e funções faz com que tenham, muitas vezes, uma visão holística mais trabalhada do que os homens. Essa visão do todo, por exemplo, foi fundamental no desenvolvimento de sua carreira. Conforme explica a profissional, a empresa na qual trabalha tem um portfólio muito grande de produtos, e sua habilidade em lidar com diversos assuntos a ajudou em sua trajetória profissional. O sexo feminino também costuma ser mais paciente e detalhista. “As mulheres têm mais paciência, algo essencial para lidar com a equipe”, diz a diretora. As mulheres também têm uma sensibilidade mais apurada, o que...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Intuição, sensibilidade e multifuncionalidade; se bem aproveitados, podem levar ao sucesso profissional<br />
Jovens, idosos, homens e mulheres. Cada grupo de profissionais tem suas características exclusivas. Os jovens são mais dinâmicos; os mais velhos, usualmente, são mais pacientes; os homens, mais focados; e as mulheres?<br />
Algumas peculiaridades do sexo feminino podem ajudar bastante no crescimento profissional, basta saber tirar proveito delas.</p>
<p>Pensando nisso, a equipe conversou com profissionais mulheres bem-sucedidas para que elas revelassem quais características femininas as ajudaram em suas carreiras. Começando com uma superintendente técnica, os três aspectos mais marcantes do sexo feminino são: intuição, sensibilidade e multifuncionalidade.<br />
Essas características ajudaram a profissional a impulsionar sua carreira, passando, em poucos anos, da posição de estagiária para a de superintendente, cargo que está abaixo apenas da diretoria.</p>
<p>Intuição, sensibilidade e multifuncionalidade</p>
<p>A profissional reconhece que, “como mulheres, temos algumas características diferentes, que não necessariamente nos fazem melhores ou piores, mas se bem aproveitadas podem ajudar na carreira”. A intuição feminina, por exemplo, é um fator que muitas vezes faz a mulher arriscar mais, acreditar em alguma coisa e tentar seguir por tal caminho.</p>
<p>A sensibilidade, por sua vez, “ajuda muito nos relacionamentos, sobretudo, no sentido de entender as necessidades das pessoas”. Muitos especialistas concordam que o bom líder é aquele que compreende o que cada membro da equipe quer e consegue perceber suas competências. Já a multifuncionalidade é a habilidade, muito mais comum entre o sexo feminino, em lidar com diversas coisas ao mesmo tempo. Para ela, isso se traduz em “maior produtividade para a equipe”.</p>
<p>Uma gerente de marketing corporativo, além da vida profissional tem dois filhos, concorda com a multifuncionalidade da mulher. &#8220;Dividir-se entre a vida doméstica e a agenda profissional exige bastante jogo de cintura”, afirma. E esse jogo de cintura transforma as profissionais, “você acaba ficando mais afinada em tocar diversos assuntos simultaneamente”.</p>
<p>A superentendente ressalta que sua carreira atingiu pontos positivos em decorrência de seu interesse em se aperfeiçoar constantemente através de cursos. A profissional explica que, ao longo da sua carreira, buscou conhecimentos não diretamente ligados à sua área.</p>
<p>Apesar de ser farmacêutica, estudou gestão de pessoas e temas relacionados com finanças, ou seja, assuntos paralelos à sua área de formação, mas que a ajudaram no seu crescimento profissional. “Isso me deu visão do todo”, pondera.</p>
<p>Visão do todo</p>
<p>Uma diretora comercial e de marketing, também concorda com a multifuncionalidade das mulheres. Essa facilidade em lidar com diversos assuntos e funções faz com que tenham, muitas vezes, uma visão holística mais trabalhada do que os homens.</p>
<p>Essa visão do todo, por exemplo, foi fundamental no desenvolvimento de sua carreira. Conforme explica a profissional, a empresa na qual trabalha tem um portfólio muito grande de produtos, e sua habilidade em lidar com diversos assuntos a ajudou em sua trajetória profissional.</p>
<p>O sexo feminino também costuma ser mais paciente e detalhista. “As mulheres têm mais paciência, algo essencial para lidar com a equipe”, diz a diretora. As mulheres também têm uma sensibilidade mais apurada, o que permite que elas percebam o ambiente com mais facilidade do que os homens.</p>
<p>Fonte: Administradores.</p>
]]></content:encoded>
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