Formação técnica ganha destaque entre os profissionais brasileiros

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Diversidade de cursos e alta taxa de ocupação são pontos altos de quem opta pela formação técnica.

Quem faz um curso técnico profissionalizante pode entrar mais rápido no mercado, porque a duração dos cursos é menor e a taxa de ocupação é muito alta, chegando até a 90%. Em geral, o público alvo são pessoas cursando ou que já concluíram o ensino fundamental ou médio.
Alguns cursos qualificam o jovem ou adulto a entrar direto no mercado de trabalho, com conhecimento teórico e prático nas diversas atividades do setor produtivo. Há opções que duram apenas dois meses. Outra opção são os cursos técnicos de nível superior, que formam os tecnólogos, eles são destinados para quem terminou o ensino médio e quer ter uma graduação, são cursos mais longos, que duram a partir de dois anos.

As áreas mais promissoras são: construção, fabricação de máquinas e equipamentos, produtos alimentícios e bebidas, produtos de metal, produtos químicos e fabricação e montagem de veículos automotores.

Os estados que mais vão gerar vagas técnicas são: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Bahia.

Os números são animadores: até 2014, só o Senai deve matricular mais quatro milhões de alunos por ano em cursos de educação profissional para atender ao mercado. “O mercado precisa cada vez mais deste tipo de profissional. Em 2011, o Brasil gerou quase dois milhões de novos empregos e apenas 6,6% foram de nível superior. Todas as outras vagas demandavam perfis em que era importante saber algum tipo de profissão. Isso mostra a importância da educação profissional. No Senai temos opções de cursos pagos e gratuitos”, explica o diretor de operações do Senai, Gustavo Leal.

Em Salvador, o curso de mecânica gera um grande aproveitamento. Hoje, 56% dos alunos estão estagiando. O curso, voltado para quem quer conciliar o Ensino Médio com uma formação técnica, dura quatro anos e ensina, por exemplo, a fazer a manutenção em equipamentos industriais.

Em Porto Alegre, um curso de redes de computadores é outro exemplo de alta empregabilidade: 85% das pessoas que fazem o curso conseguem emprego.

Fonte: G1.Com